Folianus Catopê

Folianus Catopê

Folianus Catopê

Texto / Músicas / Assistente de Direção: Paulo Henrique Dias Costas

Direção: Solange Sarmento

Folianus: Ricardo Ribeiro

Côro: Angélica Medrado, Dorinha Silva, Fátima Ribeiro, Jarbas Siqueira Ramos, Marina Colares, Talita Barros Lima

Bacus: Lorran Alves

Salina: Marilda Eliana Soares

Clérus: Kiko Ferreira

Coordenação Musical: Elisângela Costa

Músicos: Dalila Lopes, Rosângela Rodrigues, Maria Luiza, Paulo Henrique Dias

Participação Especial: Júlia Carvalho Rocha / Pedro / Tiago

 

 

Sinopse

Dois povos diferentes, os Cabernesis e os Caianãs, lavradores que viviam séculos, produziam bebidas sagradas e venerava o Deus Folianus Catopé. Em maio os Caianãs tomava emprestado do Deus a sua língua, que simbolizava a canção e também produziam a cachaça, quando as tanajuras faziam sua revoada. Em novembro, os Cabernesis recebiam o tambor, que é o coração do Deus e produziam o vinho, quando o primeiro fruto do pequi caía no chão. No ano cinco mil, um fenômeno astral desnorteou a natureza e simultaneamente, no mês de agosto, a tanajura voou e o pequi caiu. Os povos celebraram seus rituais, ao mesmo tempo, o que deixou Folianus indefeso, sem tambor e sem língua. Clerus Legalis Midiaticus, o servo do destino aproveitou-se da ocasião e condenou Folianus ao exílio em terras distantes ao norte. Os povos desconhecendo o destino de seu Deus continuaram seus rituais, normalmente. (...) Acontecimentos se passaram e uma tragédia se sucedeu a outra, o Deus perdeu sua língua e seu coração-tambor, os lideres dos dois povos se uniram em matrimonio e o filho desta união foi crucificado até que a inspiração movida pelo desespero provoca a ação do Rei Bacus e da Rainha Salina que restituem ao Deus Folianus seus bens emprestados, mesmo que por um remédio amargo. Clerus fora punido, mas ainda insatisfeito sai rogando pragas aos povos, Folianus troca cada dor retirada dos corações desses povos por fitas coloridas e ordena que formem um só povo. Desde então esse povo, em agosto, se enfeita pra dançar, tocar e cantar em homenagens aos seus antepassados.